Blog sobre efeitos de áudio para guitarra e outros instrumentos, com publicações sobre a história, o emprego e a classificação dos diferentes tipos de efeitos sonoros, voltado para instrumentistas, pesquisadores e produtores musicais.
Composta por John Paul Jones, em parceria com Jimmy Page e Robert Plant, "Fool in the Rain" foi lançada como single do oitavo álbum de estúdio do Led Zeppelin, InThroughtheOutDoor, de 1979. A canção atingiria o 21º lugar das paradas da Billboard em fevereiro de 1980.
O Blue Box
Em 3:52, Jimmy Page inicia seu solo, usando pela primeira vez numa faixa do Led Zeppelin um fuzz suboitavador. O modelo utilizado seria um M-103 Blue Box, lançado por volta de 1973, pela MXR. O efeito adiciona o intervalo de duas oitavas abaixo ao som tradicional de fuzz, criando uma sonoridade que remete à de um sintetizador analógico.
Segundo Richard Neatrour, um engenheiro daMXR, o som do Blue Box teria sido inspirado na faixa "Frankenstein" (They Only Come Out At Night, 1972), do Edgar Winter Group - 1º lugar na Billboard, em 1973.
O solo de "Fool in the Rain" se tornaria um dos muitos momentos memoráveis de Page, neste caso, devido em parte à sua capacidade de explorar sonoridades menos convencionais, pouco empregadas pelos guitarristas da época.
Para ouvir "Fool in the Rain" clique no vídeo abaixo:
Pedais de fuzzoitavador são aqueles que permitem adicionar intervalo(s) de oitava(s) ao som do fuzz.
Quanto ao intervalo de oitava a ser adicionado, podemos classificar os fuzzes oitavadores como sendo, basicamente, de dois tipos:
- Fuzzes com oitava acima ("octave-up fuzzes"). Exemplos: Octavia, Super-Fuzz, Tone Machine, etc.
- Fuzzes com oitava abaixo ("sub-octave fuzzes"). Exemplos: Blue Box, Roctave Divider, Perseus...
Fuzz com oitava abaixo
Os fuzzes suboitavadores ainda são menos populares e, portanto, um pouco mais difíceis de achar que os fuzzes com oitava acima.
Na prática, o efeito de fuzz com oitava abaixo (também conhecido como "octave-down fuzz") pode ser obtido de três formas:
- com o emprego de um fuzz suboitavador, como os modelos citados neste post, logo abaixo;
- com o uso de um pedal oitavador com fuzz integrado, ou seja, um oitavador que possua uma seção ou controle de saturação. Como o BossOC-3 Super Octave e o Red Witch Zeus Bass Fuzz Suboctave;
- combinando duas unidades distintas:como, por exemplo,um oitavador (ou pitchshifter) somado a um fuzz. Exemplos: Big Muff Pi + Whammy 4 /FZ-3 Fuzz + OC-2 Octaver.
Parâmetros básicos
Os controles mais comumente encontrados em pedais de fuzz suboitavadores são:
- VOLUME (OUTPUT): controla o volume de saída do efeito;
- BLEND (MIX): permite adicionar ao efeito de fuzz o som de 1, 2 ou 3 oitavas abaixo, dependendo do modelo. O som de oitava pode ser mixado na medida desejada, assim como o som originalmente executado, ambos processados pelo efeito de fuzz. Alguns modelos permitem que o som oitavado seja eliminado por completo, podendo atuarem também como um fuzzes convencionais;
- TONE: controle de tonalidade do efeito. Dependendo do projeto pode ser um filtro do tipo "hi cut" ou "low cut", ou ainda se dividir em controles independentes de graves (BASS) e agudos (TREBLE);
- CHAVE DE OITAVAS: modelos que oferecem a opção de diferentes oitavas abaixo, geralmente apresentam uma chave que possibilita a seleção do intervalo desejado (uma, duas ou três oitavas abaixo do som original).
- FUZZ(BUZZ/ GAIN): alguns modelos oferecem um controle ou seção extra de ganho, que permite aumentar ou diminuir a intensidade do efeito de fuzz.
Exemplos de fuzzes suboitavadores
Fuzz com 01 oitava abaixo:
- Line6SubOctaveFuzz (2000): efeito digital inspirado no PAiARoctaveDivider e lançado como um dos modelos presentes no modelador de distorção DM4. Diferentemente do pedal no qual foi baseado, o SubOctaveFuzz possibilita apenas a adição do intervalo de 01 oitava abaixo ao efeito de fuzz. Esse modelo também pode ser encontrado nos multiefeitos M5, M9 e M13. Opções similares podem ser encontradas em outros mutliefeitos da própria Line6 ou de outros fabricantes.
- MXRM-103BlueBox (c.1973): um dos modelos mais famosos de fuzz suboitavador, o BlueBox foi usado por Jimmy Page na faixa "Fool in the Rain", do Led Zeppelin. O pedal apresenta apenas dois controles - output (volume) e blend (para dosar o efeito de 02 oitavas abaixo que é adicionado ao fuzz). As primeiras unidades comercializadas não possuíam LED de status.
- PAiA5760RoctaveDivider (c.1985): parte integrante da série PAiA 5700 de efeitos para guitarra, projetada por Craig Anderton, o RoctaveDivider foi lançado em meados dos anos 1980. O modelo apresenta os controles fundlevel (fuzz sem efeito de oitava), tone, level÷2 (adiciona ao fuzz o intervalo de 01 oitava abaixo) e level ÷4 (adiciona o intervalo de 02 oitavas abaixo). Não possui LED indicador de acionamento.
- DOD FX33BuzzBox(1994): baseado no Blue Box, da MXR, o Buzz Box acrescenta um controle de ganho (buzz) e outro de tonalidade (saw) ao modelo original. Também conta com os knobsheavy (adiciona o intervalo de 02 oitavas abaixo) e thrust (volume). Foi usado pelo guitarrista Wes Borland (Limp Bizkit).
- Mid-FiElectronicsGlitchComputer (c.2005): apresenta os controles volume, blend (adiciona o intervalo de 02 oitavas abaixo) e tracking (permite ajustar a "qualidade" do tracking de oitava, intencionalmente do tipo lo-fi), que também possibilita ao modelo atuar como uma espécie de "arpejador aleatório".
- DwarfcraftDevicesRobotDevil (c.2009): também projetado para produzir sons resultantes de um tracking de oitava de baixa qualidade, o RobotDevil apresenta os controles octave (para o efeito de suboitava), dirt (ganho) e starve (adiciona ruídos malucos e oscilação rítmica às notas). O pedal conta com dois footswitches, um para o acionamento do pedal e outro para ativar o efeito de oitava abaixo. Foi usado pelo baixista Juan Alderete (The Mars Volta).
- CatalinbreadPerseus Sub-Octave Fuzz (c.2010): projetado por Howard Gee, o Perseus apresenta os controles volume, cut e blend (mixa o efeito de 01 ou 02 oitavas abaixo com o efeito de fuzz), além de uma chave de 02 posições que seleciona o intervalo de 01 (-I) ou 02 (-II) oitavas abaixo.
- CusackMusicSubFuzz Sub-Octave Fuzz (c.2010): apresenta os controles volume, tone, mix (permite mixar o efeito de oitava abaixo selecionado na medida desejada) e fuzz (aciona um segundo circuito de fuzz instalado na seção de saída do pedal) e uma chave de três posições que permite selecionar o intervalo a ser adicionado entre 1, 2 ou 3 (!) oitavas abaixo.
Dicas
- O efeito de fuzz com oitava abaixo é muito usado para tentar reproduzir sons de sintetizadores vintage;
- A maioria dos projetos tende a apresentar um melhor tracking quando o captador do braço é utilizado e com o controle de tonalidade zerado, principalmente em trechos executados a partir da décima-segunda casa;
- Eventualmente, reduzir um pouco o controle de volume também pode ajudar a obter um melhor tracking de oitava;
- Se a intenção for obter sons de oitava "falhando" (glitchy sounds), o mais indicado será selecionar o captador da ponte mantendo o controle de tonalidade totalmente aberto.
Veja Matthew Bellamy (Muse) experimentando um MXRBlueBox
Apesar de ser considerado por alguns apenas um protótipo, o wah "cinza" da Vox (JMI), na verdade, chegou mesmo a ser produzido comercialmente por alguns meses, na Inglaterra, em 1967. Ele precedeu o modelo Clyde McCoy, também da Vox,ocupando assim o posto de primeiro pedal de wah da história a ser comercializado.
O modelo lançado baseou-se no protótipo desenvolvido em 1966, na ThomasOrgan ("US Vox") e enviado para a JMI ("UK Vox"), em 1967.
O Vox Wah-Wah visto por cima e por baixo
O nome oficial do modelo aparece escrito na parte inferior do chassi: Vox Wah-Wah Footpedal
O protótipo americano
Desenvolvido em 1966, por Bradley Plunkett, com o auxílio de Lester Kushner e Del Casher, o protótipo do wah "cinza" é considerado o pedal de wah original, em sua forma mais pura, tendo sido ajustado segundo as orientações de Del Casher, para ser utilizado com a guitarra.
O guitarrista e consultor técnico Del Casher (ThomasOrgan Company) usando o protótipo do Vox Wah-Wah ao lado do compositor Vic Mizzy, na UniversalPictures, em 1967.
Curiosamente um dos primeiros músicos a se interessar pelo pedal de wah foi o compositor norte-americano Vic Mizzy, criador de diversos temas para televisão e cinema, entre eles os temas das séries "A Família Addams" e GreenAcres, grande sucesso da TV americana entre os anos de 1965 e 1971. Vic acabaria convidando o guitarrista Del Casher para colaborar em vários trabalhos realizados para a UniversalPictures.
Aparentemente o chassi cinza metálico empregado seria o mesmo utilizado no pedal de volume Vox (Thomas Organ)V8381, com a logo da Vox na parte frontal e também na parte superior do modelo.
Vox (Thomas Organ) V8381 Volume Pedal
O modelo comercializado pela Vox
Foi feito à mão por Dick Denney e lançado comercialmente pela Vox (JMI), na Inglaterra, em 1967. Poucas unidades do modelo foram produzidas. Dependendo da fonte consultada, o número de exemplares produzidos varia de uma centena a duas mil unidades, aproximadamente.
Nas primeiras unidades comercializadas, o circuito do wah "cinza" aparece coberto por epóxi, numa tentativa de se evitar que o projeto fosse copiado por outros fabricantes.
Anúncio da JMI para o Vox Wah-Wah(1967)
O chassi do modelo lançado pela Vox, na Inglaterra, é essencialmente o mesmo do pedal de volume V838, com a logo Vox apenas na sua parte frontal.
Vox V838 Volume Foot Control
(acima à direita)
Especificações
Indutor - aparentemente o indutor empregado seria de 250 mH, ou seja, metade do valor normalmente usado em outros modelos, geralmente de 500 mH. O que levaria o modelo a apresentar características próprias de varredura, com uma extensão maior, resultando numa qualidade vocal particular, principalmente nas frequências mais altas.
Transistores - BC150 ou BC349B (protótipo da ThomasOrgan)/ BC150 ou 2N3707 (no modelo lançado pela JMI).
Potenciômetro - 100k log
O pedido de patente do pedal de wah-wah foi solicitado em 24 de fevereiro de 1967,
mas esta somente seria assegurada em 22 de setembro de 1970.
É interessante notar que o wah "cinza" apresenta os jacks invertidos em relação aos modelos posteriores, ou seja, o jack de entrada se localiza no lado esquerdo e o de saída, no lado direito.
Vox "Grey" Wah-Wah
Réplicas
JMI"Wah-Wah" Del Casher 1966 Signature Wah(2010)
CastledineElectronicsGreyWah (c. 2011)
CreepyFingersGreyVoxWahReplica (?)
ChaseToneGreyWahReplica (?)
Chase Tone GreyWah
JMI "Wah-Wah" Del Casher 1966 Signature Wah
veja o vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=6NnxWe4GF4s
Os compressores podem ser divididos em 06 grupos básicos, de acordo com o tipo de circuito em que se baseiam. No entanto, nem todos os circuitos disponíveis podem ser agrupados nessas categorias. Entre os principais tipos de compressores estão os seguintes:
Compressores OTA
Compressores VCA
Compressores "Vari-Mu"
Compressores FET
Compressores ópticos
Compressores multibandas
1. Compressores OTA
Boa parte dos pedais compressores para guitarra são baseados em circuitos do tipo OTA (Operational Transconductance Amplifier ou Amplificador Operacional de Transcondutância), que geralmente utilizam chips como o CA3080 ou LM13700. Apesar de poderem ser um pouco ruidosos, os compressores baseados em OTA apresentam uma qualidade orgânica que funciona especialmente bem com a guitarra. Os modelos mais modernos tendem a ser os mais transparentes. Exemplos: os pedais MXRDynaComp, Ross Compressor, XoticSPCompressor, Keeley ElectronicsC4Compressor, Wampler Ego Compressor e MI Audio Compressor.
Os compressores baseados em VCA (Voltage Controlled Amplifier, ou seja, Amplificador Controlado por Voltagem) utilizam circuitos integrados deste tipo para controlar a redução da faixa dinâmica. Tendem a ser transparentes, rápidos (porém, menos que os compressores FET), precisos e responsivos. Muitas vezes podem apresentar um número maior de parâmetros, sendo muito usados em estúdio. A maioria dos compressores no formato de rack mais acessíveis são do tipo VCA. São extremamente versáteis, mas não são os mais indicados se a intenção for "esquentar" o sinal de áudio. Exemplos: a unidade de rack dbx1066 e os pedais BossCS-3 CompressionSustainer, KeeleyElectronicsCompressorPro, MarshallED-1 EdwardTheCompressore SeymourDuncanViseGrip.
3. Compressores"Vari-Mu" Compressores Vari-Mu baseiam-se no uso de válvulas para realizar a redução da faixa dinâmica. Nesse caso, o nível de compressão será proporcional ao sinal de entrada. Apresentam uma resposta mais lenta que os modelos baseados em VCA. São especialmente procurados por seu timbre "quente" e "orgânico", gerado pelas válvulas. Exemplos: as unidades de rackManley Stereo Variable Mu Limiter Compressor, Fairchild Model670 e Retro Instruments 176 Limiting Amplifier.
São aqueles que utilizam transistores do tipo FET (Field Effect Transistor ou Transistor de Efeito de Campo) como substitutos para as válvulas. Eles tendem a "colorir" um pouco mais o timbre original que os compressores baseados em VCA. Geralmente, oferecem um ataque rápido e um release curto. Funcionam de forma bastante eficiente quando ajustados como limiters. Exemplos: a unidade de rackUniversal Audio/Urei1176, os pedais OriginEffectsCali76CompactDeluxeeEmpressCompressor.
Geralmente são suaves, transparentes e soam bastante naturais. Contam com uma fonte de luz e um fotoresistor para realizar a atenuação do sinal de áudio. Tendem a apresentar um release mais lento. Exemplos: os pedais DiamondCPR1Compressor,EarthQuakerDevices The Wardene Demeter AmplificationCOMP-1OptoCompulator.
Compressores ópticos valvulados Alguns modelos de compressores ópticos adicionam válvulas ao seu circuito, com o objetivo de tirar proveito das qualidades tonais que assim podem ser obtidas. Exemplos: a unidade de rackTeletronix LA-2A Leveling Amplifier e os pedais Effectrode PC-2ACompressor e Electro-Harmonix Black Finger.
Separam o sinal em diferentes bandas de frequência e comprimem cada uma delas individualmente. São comumente encontrados no formato deplug-in, mas também existem opções no formato de pedais individuais e unidades de rack. Exemplos: a unidade de rackTube-Tech SMC-2B Stereo Multiband Compressor e os pedais TCElectronicHyperGravity, NDY-1 NovaDynamics e EBS MultiComp.
Ao longo de sua carreira, Jimi Hendrix experimentou diferentes cadeias de efeitos, tanto em estúdio, como nos palcos. Algumas delas podem ser visualizadas nas fotos e vídeos que imortalizaram suas apresentações.
1) Monterey Pop Festival
(18/06/1967)
O único efeito plugado entre a guitarra e o amplificador é um pedal de fuzz. No caso, um FuzzFace, da ArbiterElectronics, provavelmente com transistores de germânio e modificado por Roger Mayer.
FUZZ
---------------
GTR > FuzzFace > AMPS
---------------
Monterey (1967)
2) Estocolmo
(09/01/1969)
O pedal de wah começou a ser usado ao vivo por Hendrix em 1967, a princípio esporadicamente, tornando-se cada vez mais frequente a partir de meados de 1968. Em 1969, o efeito aparece nos vídeos dos shows de Estocolmo (Suécia) e Londres (Inglaterra). Hendrix usava preferencialmente os modelos V846 e ClydeMcCoy, ambos da Vox.
WAH > FUZZ
----------------------------------------
GTR > Vox Wah-Wah > FuzzFace > AMPS
----------------------------------------
Estocolmo (1969)
3) Woodstock
(18/08/1969)
O pedal de vibe passou a ser usado por Jimi em 1969. O modelo adotado foi o U915 "Shiftee" Uni-Vibe, fabricado pela empresa japonesa Shin-ei e comercializado nos Estados Unidos pela Unicord, sob a marca Univox. O efeito de vibe foi criado pelo engenheiro Fumio Mieda e lançado primeiramente no Japão por volta de 1967.
O Octavia, fuzz com oitava acima desenvolvido por Roger Mayer, raramente foi utilizado por Jimi no palco, apesar de ter sido usado em estúdio desde o seu primeiro disco.
Nos últimos anos tem sido cada vez mais frequente o lançamento de versões compactas de pedais de vibe. Algumas versões apresentam um circuito óptico, similar ao dos modelos originais, outras não, sejam elas analógicas ou digitais. Entre os modelos mais conhecidos estão os citados abaixo. Todos eles apresentam os mesmos parâmetros básicos tradicionalmente presentes em unidades desse tipo, como os controles de velocidade (speed ou rate), intensidade (intensity ou depth), volume (level) e o seletor que permite a escolha do modo de funcionamento (tipo do efeito), entre chorus e vibrato. Controles de tonalidade (tone, color, low/hi) eventualmente também estão presentes e, junto com opções menos comuns, são listados ao lado de cada modelo.
Vibes compactos
com circuito óptico
Vibe Machine
DryBell V-1 Vibe
Machine
(c.2011): chave bright/original; entrada para pedal
de expressão (com modo speed calibration); saída bufferizada selecionável; jumperinterno, que aciona a função Leslie acceleration (opcional com pedal de expressão); symmetry e rangetrimmers ajustáveis. Com LED pulsante e bypass verdadeiro. Feito na Croácia.
TC Electronic ViscousVibe (2015): modelo digital, com modo TonePrint, footswitch com função speed ramp e entradas e saídas estéreo. Possui LED pulsante e bypass verdadeiro.
DigiTechVenturaVibe (2015): modelo digital de vibe e rotary. Oferece os modos vintage ("classic vibe"), modern ("modernvibrato") e rotary. Conta com os controles mix, tone e drive,footswitch com função speed ramp e entradas e saídas estéreo. Possui bypass verdadeiro.